Em 2004, precisamente no dia 25 de janeiro, iniciamos, sem qualquer pretensão, o Projeto Comunitário “Amigos de Fradinhos”. Na verdade, pretendíamos intervir junto a comunidade de Fradinhos, no sentido de criarmos referências entre moradores e visitantes quanto aos assuntos relacionados ao bairro.
No entanto, aos poucos, fomos descobrindo que a iniciativa nos levaria a um trabalho de comunicação muito mais abrangente do que imaginávamos. E, hoje, agradecemos a todas as pessoas que, de alguma forma, acreditaram no nosso empenho e dedicação.
Com a formatação desta apresentação on-line, a primeira parte do nosso projeto foi cumprida. A segunda etapa consiste em retomarmos a produção do veículo impresso “Jornal de Fradinhos”, que tem
distribuição gratuita e abrange todo o bairro de Fradinhos e comunidades vizinhas.
Este informativo comunitário tem como objetivo principal não restringir as informações do bairro somente àquelas pessoas que possuem acesso à Internet e servir também como referência de informações sobre o passado, presente e futuro do bairro.
terça-feira, 15 de julho de 2008
PRAÇAS DO BAIRRO

A Praça José Áureo Monjardim fica localizada exatamente no centro de Fradinhos e foi construída na década de 80. A praça é palco dos Almoços Comunitários promovidos pela Associação de Moradores do bairro.
A Área de Lazer de Fradinhos fica localizada na rua Zemínio de Oliveira e foi construída num local que durante muito tempo foi utilizado como campinho de futebol. Neste espaço, moradores e visitantes convivem em completa harmonia, rodeados por uma paisagem privilegiada.
Praça Baronesa Monjardim: O Barão de Monjardim encontrava-se viúvo de seu primeiro casamento com a senhora Laurinda Luíza Pinto Pereira. Foi quando se apaixonou por uma jovem italiana, filha do Conde Bartolomeo Poli, de Veneza, e de D. Florenza Battaglia Poli. Com ela casou-se, e a moça passou a responder por Baronesa Monjardim. O Barão teve com a baronesa mais seis filhos, entre eles, os prefeitos de Vitória Américo e Adelpho Poli Monjardim.
A FÉ DE FRADINHOS
A Igreja Maranata, de Fradinhos, foi inaugurada em novembro de 1997, na Rua Francisco Segóvia, com apenas oito pessoas. Em 2003, devido ao grande número de freqüentadores, a Igreja passou a ocupar um novo endereço na mesma rua.
Centro espírita Santa Clara de Assis “Três Gangas” - Fundado no dia 1º de dezembro de 1945, e registrado sob o nº 5 da Federação Umbandista do Espírito Santo, em janeiro de 1965. Esta entidade espírita tem como protetora, Santa Clara de Assis, e, como chefe espiritual, o Caboclo Três Gangas. Seu primeiro presidente foi o Sr. Heliodoro Ribeiro dos Santos, irmão da figura mais ilustre e respeitada desta casa, a senhora Maria Ribeiro da Silva, mais conhecida como dona Maria Coroa. Falecida em 24 de outubro de 1999. Serviço: segunda e sexta, das 20 às 22h. Atendimentos urgentes: 3222.4806 (Dona Isabel).
Centro espírita paz, amor e caridade Canabibi - Em 1951, foi inaugurada a atual sede, que durou cerca de dois anos para ser construída. Os recursos eram poucos, mas a determinação era grande. Nos fins de semana, um grupo de presidiários, pedreiros do Instituto de Readaptação Social da Glória, em Vila Velha, atravessava a Baía de Vitória, de bote, em direção a Fradinhos para auxiliar a construção da sede. O Canabibi foi o primeiro centro espírita a lançar o uso de ceroulas. Mais tarde, outros centros passaram a usar estas vestimentas, até quando foram substituídas pelos jalecos, os quais são usados até hoje.
Centro espírita Santa Clara de Assis “Três Gangas” - Fundado no dia 1º de dezembro de 1945, e registrado sob o nº 5 da Federação Umbandista do Espírito Santo, em janeiro de 1965. Esta entidade espírita tem como protetora, Santa Clara de Assis, e, como chefe espiritual, o Caboclo Três Gangas. Seu primeiro presidente foi o Sr. Heliodoro Ribeiro dos Santos, irmão da figura mais ilustre e respeitada desta casa, a senhora Maria Ribeiro da Silva, mais conhecida como dona Maria Coroa. Falecida em 24 de outubro de 1999. Serviço: segunda e sexta, das 20 às 22h. Atendimentos urgentes: 3222.4806 (Dona Isabel).
Centro espírita paz, amor e caridade Canabibi - Em 1951, foi inaugurada a atual sede, que durou cerca de dois anos para ser construída. Os recursos eram poucos, mas a determinação era grande. Nos fins de semana, um grupo de presidiários, pedreiros do Instituto de Readaptação Social da Glória, em Vila Velha, atravessava a Baía de Vitória, de bote, em direção a Fradinhos para auxiliar a construção da sede. O Canabibi foi o primeiro centro espírita a lançar o uso de ceroulas. Mais tarde, outros centros passaram a usar estas vestimentas, até quando foram substituídas pelos jalecos, os quais são usados até hoje.
ANCHIETA SOCIAL CLUBE
O Anchieta Sport Clube foi fundado em 21 de abril de 1945.
Seu primeiro presidente foi Benito Cezar Pontes Poltronieri e, como presidente de honra, Milton Monjardim. Este, foi um dos grandes incentivadores e financiador do primeiro uniforme e do material necessário para a sua constituição.
Nas décadas de 60, 70 e 80 o Anchieta ostentou, graças ao amor e ao dinamismo dos seus dirigentes, uma grande tradição esportiva e social em Vitória, capital do Espírito Santo.
O carnaval de 1964 de Vitória foi marcado pelo desfile do “Anchietinha”, como é popularmente conhecido. O Anchietinha passou a ser o primeiro clube a participar do Carnaval de Rua apresentando um carro alegórico,
lembrando a entrada triunfal do Imperador César, em Roma. Em 1965, o Anchieta lançou uma candidata a Miss Espírito Santo, Iracy Badke.
Nos anos 80, o Anchieta voltou às páginas dos principais jornais do Estado, destacando-se novamente no esporte. Desta vez, foi no futebol de salão, quando montou a principal equipe do Estado, tendo como base da equipe jogadores do próprio bairro.
Vale lembrar que, uma das escolas de samba mais tradicionais do carnaval capixaba, a Unidos de Jucutuquara, realiza seus ensaios pré-carnavalescos no Anchietinha.
Seu primeiro presidente foi Benito Cezar Pontes Poltronieri e, como presidente de honra, Milton Monjardim. Este, foi um dos grandes incentivadores e financiador do primeiro uniforme e do material necessário para a sua constituição.
Nas décadas de 60, 70 e 80 o Anchieta ostentou, graças ao amor e ao dinamismo dos seus dirigentes, uma grande tradição esportiva e social em Vitória, capital do Espírito Santo.
O carnaval de 1964 de Vitória foi marcado pelo desfile do “Anchietinha”, como é popularmente conhecido. O Anchietinha passou a ser o primeiro clube a participar do Carnaval de Rua apresentando um carro alegórico,
lembrando a entrada triunfal do Imperador César, em Roma. Em 1965, o Anchieta lançou uma candidata a Miss Espírito Santo, Iracy Badke.
Nos anos 80, o Anchieta voltou às páginas dos principais jornais do Estado, destacando-se novamente no esporte. Desta vez, foi no futebol de salão, quando montou a principal equipe do Estado, tendo como base da equipe jogadores do próprio bairro.
Vale lembrar que, uma das escolas de samba mais tradicionais do carnaval capixaba, a Unidos de Jucutuquara, realiza seus ensaios pré-carnavalescos no Anchietinha.
ESCOLA JOSÉ ÁUREO MONJARDIM
A Escola José Áureo Monjardim foi criada em 1969 e funcionou no antigo Colégio do Carmo, antes de ser construída a nova sede em Fradinhos, no governo de Cristiano Dias Lopes Filho, tendo ficado em poder do Estado durante doze anos. Em 1981, foi repassada para o município de Vitória, pela Lei 2.826 de 15 de janeiro de 1981, devido à situação caótica em que se encontrava o ensino público estadual. O nome da Escola, José Áureo Monjardim, foi uma homenagem que D. Oscarina Barreto Monjardim , doadora do terreno para a construção do educandário, prestou ao seu pai.
Em 1981, com a transferência da escola do Estado para o Município de Vitória, a escola deu um grande impulso ao seu crescimento, mas, como em toda transição, teve grandes dificuldades no início, chegando a ser fechada em decorrência do grande
índice de evasão escolar, resultado de constantes assaltos e depredação do seu patrimônio. Em 1969, a escola ressurgiu funcionando como creche, atendendo crianças, embora em precárias condições.
Em 1989, um grupo de moradores de Fradinhos e alguns profissionais da Prefeitura de Vitória decidiram reabri-la com a implantação de um projeto pedagógico diferenciado do restante da rede municipal. Assumiu a direção da escola a professora Graça Lobino e, posteriormente, Maria Olinda de Oliveira Menezes.
Em 1988, com várias ações desenvolvidas, contando sempre com muita força de vontade, profissionalismo e dedicação, a Escola foi agraciada com a premiação de “Escola Referência nacional em Gestão Escolar”, prêmio concedido pela UNESCO, CONSED e UNDIME.
Em 1999, a Escola José Áureo Monjardim foi, pela segunda vez, premiada pela UNESCO, CONSED e UNDIME como a “Escola Referência nacional em Gestão Escolar”, pr6emio recebido nos Estados Unidos.
Em 1981, com a transferência da escola do Estado para o Município de Vitória, a escola deu um grande impulso ao seu crescimento, mas, como em toda transição, teve grandes dificuldades no início, chegando a ser fechada em decorrência do grande
índice de evasão escolar, resultado de constantes assaltos e depredação do seu patrimônio. Em 1969, a escola ressurgiu funcionando como creche, atendendo crianças, embora em precárias condições.
Em 1989, um grupo de moradores de Fradinhos e alguns profissionais da Prefeitura de Vitória decidiram reabri-la com a implantação de um projeto pedagógico diferenciado do restante da rede municipal. Assumiu a direção da escola a professora Graça Lobino e, posteriormente, Maria Olinda de Oliveira Menezes.
Em 1988, com várias ações desenvolvidas, contando sempre com muita força de vontade, profissionalismo e dedicação, a Escola foi agraciada com a premiação de “Escola Referência nacional em Gestão Escolar”, prêmio concedido pela UNESCO, CONSED e UNDIME.
Em 1999, a Escola José Áureo Monjardim foi, pela segunda vez, premiada pela UNESCO, CONSED e UNDIME como a “Escola Referência nacional em Gestão Escolar”, pr6emio recebido nos Estados Unidos.
MUSEU SOLAR MONJARDIM
O Museu Solar Monjardim foi, nos dois últimos séculos, o grande casarão da antiga Fazenda dos Monjardins, localizada no ponto estratégico de Jucutuquara. A residência, de estilo colonial, era referência na região, considerada uma das mais aconchegantes fazendas de tempos imperiais. Desta antiga fazenda, originaram-se muitos bairros de Vitória, dentre eles: Jucutuquara, Bairro de Lourdes, Ilha de Santa Maria, Dom Bosco, Forte São João, Cruzamento, Santa Cecília, Romão, Maruípe, Centro da Cidade, e ainda como não poderia deixar de ser, o bairro Fradinhos. Nesta Fazenda criava-se gado e produzia-se milho, cana-de-açúcar e café. Muito frequentado, o antigo casarão servia à população da região, que utilizava a sua capela para cerimônias de cunho religioso. Na entrada da residência, um sino anunciava, todos os dias a hora da santa missa. Algum tempo depois, o sino foi doado pela família à antiga Escola de Aprendizes Artífices, mais tarde, denominada Escola Técnica Federal do Espírito Santo (CEFET-ES). A Escola de Aprendizes Artífices teve como seu fundador e primeiro diretor, o deputado federal José Francisco Monjardim, o qual permaneceu no cargo por 29 anos. O sino foi utilizado, por muitos anos, até sumir, não se sabendo mais seu paradeiro. Foi em 1860, que o Museu Solar Monjardim recebeu o seu mais ilustre hóspede, o Imperador Dom Pedro II, durante a sua passagem pelo Espírito Santo.
AMF - ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DE FRADINHOS
A Associação de Moradores de Fradinhos passou a existir em 1984, quando um grupo de amigos criou uma associação com o propósito de coibir a onda de assaltos que atingiu a comunidade naquela época.
Como sabemos, uma das funções das associações comunitárias é gerenciar os interesses das comunidades, e, em Fradinhos, a proposta não é diferente.
Ao longo da sua existência, a associação passou por diversas administrações e buscou a defesa de interesses comuns dos moradores, como a promoção de festividades, almoços comunitários e passeios ecológicos, dentre outros. Por meio da associação e, em especial, da participação atuante na discussão do orçamento popular da cidade, foi possível promover melhorias em Fradinhos, como por exemplo, o calçamento de ruas, iluminação pública, melhoria do sistema de transporte coletivo, proteção de encostas, dentre outros.
Como sabemos, uma das funções das associações comunitárias é gerenciar os interesses das comunidades, e, em Fradinhos, a proposta não é diferente.
Ao longo da sua existência, a associação passou por diversas administrações e buscou a defesa de interesses comuns dos moradores, como a promoção de festividades, almoços comunitários e passeios ecológicos, dentre outros. Por meio da associação e, em especial, da participação atuante na discussão do orçamento popular da cidade, foi possível promover melhorias em Fradinhos, como por exemplo, o calçamento de ruas, iluminação pública, melhoria do sistema de transporte coletivo, proteção de encostas, dentre outros.
Assinar:
Postagens (Atom)